A tessitura dialógica em Eu me lembro, de Edgard Navarro

Marinyze das Graças Prates de Oliveira

Resumo


Propõe-se aqui analisar o filme Eu me lembro (2005), de Edgard Navarro, no qual o diretor, em um trabalho de recuperação da memória pessoal e da geração a que pertence, tece uma rede intertextual e polifônica, a partir de apropriações, empréstimos e citações de obras e autores inscritos em territórios expressionais e momentos históricos diversos. Assemelhando-se a uma colcha de retalhos, o filme se apresenta como uma tessitura de elementos apanhados na tradição e corresponde a um exemplo privilegiado da maneira pela qual se dá a produção artística na contemporaneidade.

Palavras-chave


cinema; Brasil; Edgar Navarro

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v1n1.13

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