Cinema de Moçambique no pós-independência: uma trajetória

José de Sousa Miguel Miguel Lopes

Resumo


Inicialmente, e a partir de uma metodologia apoiada na pesquisa bibliográfica, abordaremos um momento importante na cinematografia moçambicana que foi a criação do Instituto Nacional de Cinema (INC) e suas motivações. Em seguida, e em decorrência desta criação, analisaremos como o governo moçambicano procurou atrair talentos de várias nacionalidades para poderem ajudar a colocar em prática uma cinematografia moçambicana. Está em marcha a busca de um novo cinema para, em alguma medida, descolonizar as mentes. Esta cinematografia terá seu ponto forte na produção de documentários que tiveram o nome de Kuxa Kanema (literalmente “o nascimento do cinema”), filmes cujo objetivo era “registrar a imagem do povo e devolvê-la ao povo”. Salientaremos a criação da Associação Moçambicana de Cineastas, a AMOCINE, cujo objetivo é o de revitalizar a produção cinematográfica no país. Analisaremos também a criação do festival internacional de documentários “Dockanema”, um dos momentos mais significativos da arte cinematográfica nacional. Finalmente, abordaremos alguns dos problemas com que se defronta a Sétima Arte em Moçambique e algumas sugestões que poderão, em alguma medida, contribuir para romper com alguns constrangimentos com que ela se depara.


Palavras-chave


Cinema de Moçambique; Pós-independência; Pós-colonialismo

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v5n2.223

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