A cena do conflito, o processo na montagem: reflexões sobre Cinco câmeras quebradas

Autores

  • Maria Ines Dieuzeide Santos Souza Doutoranda em Comunicação Social pela UFMG, com bolsa da FAPEMIG

DOI:

https://doi.org/10.22475/rebeca.v6n1.259

Palavras-chave:

documentário, filme-processo, conflito, cinema palestino

Resumo

A partir da noção de filme-processo, este artigo propõe uma análise do documentário palestino-israelense Cinco câmeras quebradas(CINCO, 2011). Neste filme, acompanhamos imagens registradas durante seis anos, posteriormente montadas e narradas em primeira pessoa por Emad Burnat. Atentando para a cena e os procedimentos de montagem, buscamos compreender como o processo – marcado pela violência – se instaura nas imagens (suas falhas, defeitos e lacunas) e rege a concepção do filme. 

Biografia do Autor

Maria Ines Dieuzeide Santos Souza, Doutoranda em Comunicação Social pela UFMG, com bolsa da FAPEMIG

É integrante do grupo de pesquisa Poéticas da Experiênciae atua na produção e edição da Revista Devires - Cinema e Humanidades, publicação dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação e Antropologia da UFMG.

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Publicado

2018-05-13

Edição

Seção

Temáticas livres