A memória outsider em A Figueira do Inferno do Telephone Colorido

Ricardo César Maia

Resumo


Este artigo pretende investigar o audiovisual pernambucano: A Figueira do Inferno (2004) do coletivo Telephone Colorido. Sobretudo, a partir do que esse material pode inferir enquanto produto de uma memória outsider. Através de um olhar fílmico, que volta-se para a associação teórica não-convencional entre conceitos e realizações audiovisuais mediadores da memória, busca-se entender as transformações do cinema e da própria sociedade brasileira contemporâneos, em tensão analítica e embates críticos.

Palavras-chave


memória; outsider; audiovisual.

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v2n1.55

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