Algumas explosões (e um suspiro): ontologia das imagens digitais na era do neoliberalismo

Fabio Camarneiro

Resumo


O artigo faz uma crítica à ideia do “fim do cinema” a partir de conceitos ligados ao pós-modernismo (Lyotard, Jameson) e à teoria do cinema (Bazin, Daney, Deleuze). A intenção é mostrar como o neoliberalismo e as mudanças tecnológicas provocaram uma mudança na ontologia das imagens, além de certa obsessão pela ideia de “fim” (do cinema e, mais recentemente, da democracia nos países ocidentais). A partir de Deleuze, buscamos entender como a crise do ideal clássico de verdade marca as disputas contemporâneas na política (e na recepção e construção das imagens no contemporâneo). Identificamos também, como consequência desse contexto, o limite de uma forma narrativa específica (o épico).

Palavras-chave


teoria do cinema; imagens digitais; épico; pós-verdade

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v8n1.564

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