O roteiro e suas relações com os modos de produção no cinema brasileiro dos anos 1950: uma análise a partir de quatro estudos de caso

Natasha Romanzoti

Resumo


Os anos 1950 foram marcados por uma polarização de ideias no campo cinematográfico brasileiro. As discussões teóricas da década foram diversas vezes contextualizadas na oposição entre um cinema pretensamente industrial versus outro mais artesanal ou independente. O roteiro cinematográfico, por sua vez, se mostrou um ponto importante de separação ideológica entre essas duas vertentes. Enquanto o debate sobre a precisão e utilidade desses termos – cinema industrial e independente - é amplo e ainda não foi esgotado, este artigo pretende analisar como as supostas diferenças (se é que existem) entre estes modos de produção no contexto sociocultural brasileiro dos anos 1950 podem ter influenciado diferentes características da narrativa, como a técnica e o formato do roteiro nacional, bem como aprofundar a discussão até hoje complexa sobre cinema industrial versus independente, a partir de quatro estudos de caso: as análises dos roteiros de O Homem do Sputnik (1959), O Grande Momento (1958), Esquina da Ilusão (1953) e Agulha no Palheiro (1953).


Palavras-chave


roteiro no cinema brasileiro; anos 1950; cinema industrial; cinema independente.

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v9n1.642

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