Branquitude em cena: olhares em torno do filme Praça Paris

Paola Diniz Prandini

Resumo


Este artigo tem como foco central realizar uma discussão crítica, com base epistemológica, em torno da presença do conceito de branquitude na narrativa filmográfica apresentada na película Praça Paris, dirigida por Lucia Murat, que também foi responsável pelo roteiro do filme, assinado, por sua vez, em parceria com o também cineasta Raphael Montes. A proposta é a de apresentar como o privilégio branco perpassa diferentes momentos do filme e, dessa forma, contribui para a construção das identidades racialmente marcadas, das personagens que protagonizam a produção: a de uma psicóloga portuguesa branca e a de uma ascensorista brasileira negra. Elas vivem a trama juntas, por estabelecerem uma relação de atendimento terapêutico, nas dependências da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.


Palavras-chave


Branquitude, cinema, Brasil, violência.

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v8n1.547

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