Nostalgia reflexiva e presentificação do passado na trilogia X – A marca da morte, Pearl e MaXXXine, de Ti West

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22475/rebeca.v15n1.1307

Palavras-chave:

Slasher, Nostalgia, Gótico, Ambiência

Resumo

O artigo analisa a trilogia X – A Marca da Morte (2022), Pearl (2023), e MaXXXine (2024), de Ti West, a fim de compreender como esses filmes se aproximam do subgênero slasher. Argumentamos que as obras possuem estratégias peculiares de ativação do passado e relação com a ficção gótica. A diferença agora é que a nostalgia ocorre após período de explosão de ambiências digitais em múltiplos dispositivos, corroborando a discussão de que esses filmes são compilações autorreflexivas. Os processos nostálgicos se dão pela reflexividade acerca do passado (Boym, 2017) nos aspectos narrativos e por uma presentificação do passado, no que tange às imagens que simulam suportes de diferentes períodos (Gumbrecht, 2010, 2014).

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Biografia do Autor

Ana Maria Acker , Centro Universitário Ritter dos Reis – UniRitter

Doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre – RS, Brasil. Professora no Centro Universitário Ritter dos Reis – UniRitter, Porto Alegre – RS. Autora do livro: As Materialidades Técnicas do Cinema de Horror Found Footage (2026).

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Publicado

2026-06-10