Por um audiovisual gráfico

Arlindo Machado

Resumo


Em que pese a hegemonia das imagens figurativas no cinema e na televisão, há uma outra maneira de encarar a estética das artes audiovisuais, ou seja, como uma integração de códigos do campo do design gráfico com as técnicas e procedimentos da vanguarda e do cinema experimental, resultando naquilo que hoje chamamos de motion graphics. Tomando como exemplo o trabalho criativo de dois cineastas gráficos – Saul Bass e Jean-Christophe Averty – este artigo busca examinar os aspectos fundamentais da linguagem visual dinâmica do audiovisual.

Palavras-chave


grafismo audiovisual; Saul Bass; Jean-Christophe Averty

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v4n1.168

Direitos autorais 2016 Rebeca - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual



REBECA - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual

voltar para a revista


A rebeca é uma publicação da SOCINE - Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual

conheça o site da SOCINE


Licença Creative Commons

 Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional

 

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia