O pioneirismo do documentário autobiográfico no cinema direto paraibano dos anos 1980

Bertrand de Souza Lira

Resumo


No início da década de 1980, a estilística do cinema direto ganha força na Paraíba com a instalação dos ateliers Varan em João Pessoa e a vinda de documentaristas franceses para a formação de jovens realizadores. Nossa proposta é analisar o curta Sagrada Família (Everaldo Vasconcelos, 1981), que inaugura o documentário autobiográfico no cinema documental paraibano e, muito provavelmente, na produção de não ficção brasileira. Esse tipo de documentário é também denominado de ética modesta (RAMOS, 2008), de performático (NICHOLS, 2005) e de autobiográfico (RENOV, 2005). No curta-metragem em questão, o diretor aponta sua câmera não para um Outro distante, mas para o seu entorno, numa imersão dolorosa no seu universo familiar.


Palavras-chave


Documentário autobiográfico; Cinema direto; Mis-en-scène.

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v6n2.419

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