A indústria do Cinema: política de não saber ou do não fazer

Alessandro José Oliveira

Resumo


Este trabalho toma como referência o caso do equipamento de produção de cinema conhecido como Polo Cinematográfico de Paulínia com o objetivo de observar se e como a criação deste espaço colabora para a autonomia da produção cinematográfica. A proposta é apontar como as leis municipais e o jogo político a elas relacionadas podem favorecer ou desfavorecer o desenvolvimento desta indústria. E o resultado da análise revela alguns vícios referentes à cultura política do nosso país, tocando, sobretudo, na questão da ausência de continuidade nos projetos de governo a outro.


Palavras-chave


indústria cultural; cinema; política pública

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v7n1.466

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