Funk Staden: Atualidade do gesto antropofágico

greice cohn, anita leandro

Resumo


Em 2012, quando o Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro, abrigava a exposição Até que a rua nos separe, dos artistas Dias & Riedweg, um grupo de estudantes do ensino médio visitou o evento. Entre as instalações da exposição, Funk Staden (2007) chamou particularmente a atenção dos alunos pela forma como ela atualizava o tema ancestral da antropofagia, inscrito, desta vez, de maneira ao mesmo tempo lúdica, sensual e violenta, na cultura funk das favelas cariocas. Analisaremos aqui essa obra participativa, com grande potencial pedagógico, e sua reverberação nos trabalhos autorais dos alunos, produzidos a partir desse encontro.


Palavras-chave


videoinstalação; pedagogia da arte; antropofagia; arte contemporânea.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v8n1.550

Direitos autorais 2019 greice cohn, anita leandro

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

REBECA - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual

voltar para a revista


A rebeca é uma publicação da SOCINE - Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual

conheça o site da SOCINE


Licença Creative Commons

 Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional

 

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia