“Y a la mujer entoces le dijo”

Disenso en la reescritura de la crítica al fundamentalismo religioso en Raquel 1:1

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22475/rebeca.v15n2.1426

Palabras clave:

Horror social, Raquel 1:1, Disenso, Neoconservadurismo religioso

Resumen

asado en la noción de lectura documental de Roger Odin (2012), en consonancia con las articulaciones de Jacques Rancière (1996, 2005, 2012) sobre arte y política, en particular el concepto de disenso, este artículo analiza la película Raquel 1:1 (Mariana Bastos, 2022) considerando el contexto del crecimiento del conservadurismo cristiano en Brasil en las últimas décadas. Prestando atención a la ambigüedad explorada por la narrativa y a las demás estrategias empleadas para desestabilizar los imaginarios y representaciones familiares, investiga cómo la película utiliza las convenciones del horror y el repertorio religioso para enmarcar el debate sobre la violencia de género estructural naturalizada por el discurso fundamentalista.

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Biografía del autor/a

João Marciano Neto, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

Estudiante de doctorado en el Programa de Posgrado en Comunicación Mediática de la Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).

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Publicado

2026-08-10

Número

Sección

Dossier