Rastros de sobrevivência no documentário brasileiro pós-64

Carlos Augusto Nascimento SARMENRTO-PANTOJA

Resumo


Este estudo discute de que modo podemos conceber a sobrevivência após experiências traumáticas vividas por militantes políticos que lutaram contra a ditadura civil-militar brasileira pós-1964 e estiveram literalmente dentro do olho do furacão. A sobrevivência em si traz questões ambíguas em relação à construção dos testemunhos e, por isso, devem ser estudadas em seus pormenores. Utilizaremos para nossas análises dois documentários produzidos após a abertura política no Brasil, o primeiro de 1989, Que bom te ver viva, de Lúcia Murat e o segundo de 2003 e No olho do furacão, de Renato Tapajós e Tony Venturi. Entre aspectos destacados temos as formas estéticas dos filmes e a presença do narrador/personagem/testemunho.

Palavras-chave


Sobrevivência. Testemunho. Documentário. Ditadura

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v3n2.138

Direitos autorais 2016 Rebeca - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual



REBECA - Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual

voltar para a revista


A rebeca é uma publicação da SOCINE - Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual

conheça o site da SOCINE


Licença Creative Commons

 Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional

 

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia