Rastros de sobrevivência no documentário brasileiro pós-64

Autores

  • Carlos Augusto Nascimento SARMENRTO-PANTOJA

DOI:

https://doi.org/10.22475/rebeca.v3n2.138

Palavras-chave:

Sobrevivência. Testemunho. Documentário. Ditadura

Resumo

Este estudo discute de que modo podemos conceber a sobrevivência após experiências traumáticas vividas por militantes políticos que lutaram contra a ditadura civil-militar brasileira pós-1964 e estiveram literalmente dentro do olho do furacão. A sobrevivência em si traz questões ambíguas em relação à construção dos testemunhos e, por isso, devem ser estudadas em seus pormenores. Utilizaremos para nossas análises dois documentários produzidos após a abertura política no Brasil, o primeiro de 1989, Que bom te ver viva, de Lúcia Murat e o segundo de 2003 e No olho do furacão, de Renato Tapajós e Tony Venturi. Entre aspectos destacados temos as formas estéticas dos filmes e a presença do narrador/personagem/testemunho.

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Publicado

2016-07-25

Edição

Seção

Dossiê