Lembrando das luzes da cidade: projeções mapeadas, “geo-cinema” e performances audiovisuais em tempo real para além das salas de exibição

Wilson Oliveira da Silva Filho

Resumo


Propomos uma análise de performances audiovisuais nas quais diferentes superfícies e ambientes da cidade se tornam telas de projeção. Assim, esse artigo busca compreender algumas performances de live cinema para apontar alguns vetores sobre como o fenômeno da projeção ronda novamente a cidade, estendendo o cinema para além das salas. Entendendo o live cinema como uma prática em tempo real do cinema expandido e relacionado à memória, o trânsito dessas performances pela cidade nos envolve em um ambiente cinematográfico, no qual não só mais câmera mais nos flagra, mas o projetor, como observaram Stan Brakhage e Holis Frampton, se torna um performer. Uma espécie de geo-cinema – a partir do conceito de Deleuze e Guattari de geo-filosofia – se faz presente nas apresentações live de cinema. Entre fenômenos como o mapping, projeções nas recentes manifestações brasileiras, “assombrações” em fachadas de antigos cinemas entre vários projeto faz um outro território emergir para as imagens.

Palavras-chave


Live cinema; Projeção; Mapping; Cidade.

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v3n2.141

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