AS RELAÇÕES INTERMÍDIAS: TESSITURAS ENTRE CINEMA, MÚSICA E OUTRAS MÍDIAS EM MANHÃ CINZENTA, DE OLNEY SÃO PAULO

Antonia Cristina de Alencar Pires, Gustavo Tanus Cesário de Souza, Filipe Schettini

Resumo


Nossa proposta de ensaio é uma análise do média-metragem Manhã cinzenta (1969), do cineasta baiano Olney São Paulo produzido durante o período de recrudescimento da ditadura civil-militar brasileira, e trata da resistência estudantil a essa ditadura. Buscaremos observar a intermidialidade como constituidora do discurso fílmico, a partir das definições de Claus Clüver (2006), Walter Moser (2006) e de Irina Rajewsky (2012). Partimos para uma análise que privilegia as relações entre o cinema e a música – ainda que não deixemos de considerar outras mídias, que se combinam para dar consistência à tessitura do filme, como a relação com o teatro e com as mídias comunicacionais (rádio, jornal, fotojornalismo, cartaz de filme). A música, nessa obra, é um elemento sonoro que atua como um item da montagem e não como uma simples adição para a composição da trilha sonora. Como item da montagem, ela contribui para a construção de discursos, por meio das metáforas, da ironia e dos jogos dialógicos.

Palavras-chave


Intermidialidade. Montagem cinematográfica. Cinema. Música. Literatura.

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v8n2.532

Direitos autorais 2020 Antonia Cristina de Alencar Pires, Gustavo Tanus Cesário de Souza, Filipe Schettini

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