Perspectivas para refletir sobre o novo realismo a partir da representação do espaço e da atmosfera sobrenatural em Quando eu era vivo

Índia Mara Martins, Theresa Christina Barbosa de Medeiros

Resumo


O objetivo deste artigo é refletir sobre a constituição do espaço cinematográfico e a criação de atmosferas sobrenaturais no filme Quando eu era vivo (2014), do cineasta paulista Marco Dutra. A representação do espaço é um dos principais índices da expressão realista no cinema para alguns teóricos como André Bazin, que enfatizou em suas análises dois aspectos mais recorrentes nessa forma de expressão: o plano sequência e a profundidade de campo. Em Quando eu era vivo estamos diante de uma cinematografia que apresenta uma imagem, que do ponto de vista plástico, aparentemente, pode ser considerada realista, e, ao mesmo tempo, do ponto de vista da representação do espaço, se desloca para outras possibilidades estéticas e amplia o debate sobre a expressão realista. Neste sentido, nos parece que o audiovisual contemporâneo, na perspectiva das teorias sobre representação do espaço e atmosfera fílmica, nos permite observar alguns pontos de contato com o chamado novo realismo.

Palavras-chave


cinema; espaço cinematográfico; novo realismo; atmosfera sobrenatural

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v8n2.611

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