Notas sobre (in)visibilidade dissidente e políticas públicas no audiovisual brasileiro

Juliana Ribeiro Pinto Bravo

Resumo


O presente artigo tem o objetivo de refletir sobre a representatividade de sujeitos dissidentes no audiovisual brasileiro, a partir da perspectiva de políticas públicas de incentivo e fomento ao setor. Considerando o boom da produção independente no país após a criação da Lei 12.485/11, impulsionado pelas cotas de tela e novas linhas de financiamento para cinema e TV, propõe-se neste trabalho ponderar sobre medidas e mecanismos que possibilitam uma discussão sobre a noção de diversidade: a existência ou invisibilidade de sujeitos e corpos LGBTQIA+ e queer nas obras audiovisuais brasileiras.

Palavras-chave


audiovisual; financiamento; Lei 12.485/11; dissidências;

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v10n1.686

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