O que o cinema quer da gente é coragem: negridade e dissidência sexual & de gênero nas produções da Rosza Filmes

Matheus Araujo dos Santos

Resumo


A partir a produção da Rosza filmes, penso em como os longas-metragens Café com Canela (2017), Ilha (2018) e Até o Fim (2019), dirigidos por Glenda Nicácio e Ary Rosa, sugerem táticas de descolonização da imagem e do mundo que emergem da articulação entre negridade e dissidências sexuais & de gênero.


Palavras-chave


Negridade; Dissidência sexual & de gênero; Cinema Negro, Cinema Brasileiro

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v9n2.704

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