UM FILME É TODA NOSSA VIDA RESENHA DE A METAFÍSICA DA CINEFILIA, DE YVES SÃO PAULO

Hanna Cláudia Freitas Rodrigues

Resumo


Yves São Paulo retoma o lugar-comum da concepção de cinefilia para desenvolver um livro por vezes difícil em seu vocabulário academicista, de linguagem sofisticada, explorando filosoficamente a cinefilia como emoção. Em A metafísica da cinefilia (2021), Yves São Paulo parte do pressuposto de que o espectador aborda o filme munido com um arsenal de experiências e ideias que o fazem colocar a obra em perspectiva. Para além disso, uma parte desta base de relação com o filme compreende a algo de ainda mais elementar, apresentado desde o princípio pelo título enigmático da obra, a metafísica. Aqui entra em ação também o subtítulo do livro, uma leitura bergsoniana do cinema, apontando o caminho do sentido de metafísica que será tratado ao longo do livro.


Palavras-chave


Cinefilia, Metafísica, Resenha

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v10n1.761

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