Entre la hija mágica y el padre monstruoso

Del horror doméstico-familiar a la cura materna en A sombra do pai

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22475/rebeca.v15n2.1485

Palabras clave:

Cine de terror, Feminismo interseccional, Maternidad, Brujería

Resumen

Desde una perspectiva feminista interseccional, este artículo examina la trayectoria de la película A sombra do pai (2018), de Gabriela Amaral Almeida, que transforma la tradición del "horror maternal", donde la madre es fuente de abyección, para transmitir, en su compromiso con el género, un rasgo brasileño destacado por la crítica social. Al cuestionar cómo los recursos narrativos y formales utilizan el horror para cuestionar el lugar de la maternidad en relación con los dispositivos patriarcales-capitalistas, encontramos un cambio que involucra género, clase y raza, a través de experiencias cercanas a las creencias afrobrasileñas. Lo que sería la monstruosidad de la madre muerta se traduce en la figura paterna, y el horror se resignifica mediante la fuerza mágica que la maternidad, desde fuera de la pantalla, expande hacia la hija.

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Biografía del autor/a

Luísa Silva Baraldo Paiva, Universidade Federal de Minas Gerais

Maestranda en Comunicación Social en la Universidade Federal de Minas Gerais. 

Roberta Oliveira Veiga, Universidade Federal de Minas Gerais

Doctora en Comunicación Social por la Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Profesora del Programa de Posgrado en Comunicación de la UFMG, coordinadora del grupo de investigación Poéticas Femininas, Políticas Feministas (UFMG).

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Publicado

2026-08-10

Número

Sección

Dossier