O pai do cinema brasileiro na poesia e nas memórias de Ronaldo Werneck

Andrea Vicente Toledo Abreu

Resumo


Nesta entrevista Ronaldo Werneck relata sua trajetória de vida, e por meio dela, as relações e processos que o tornaram grande conhecedor da gênese do cinema brasileiro. Nascido em uma cidade que foi destaque em projetos arquitetônicos, na literatura e no cinema na década de 1920, movimento que vem se desdobrando em outras manifestações artísticas desde então, o poeta se relaciona com escritores, cineastas e críticos de cinema desde muito jovem. Entre eles, destaca-se sua relação de amizade com Humberto Mauro, uma das mais importantes figuras do cinema no país, o que o tornou referência na história de seu conterrâneo. A conversa foi realizada pensando a memória como construção, ressignificação e lembrança. A intenção foi que Werneck relatasse como viu o Ciclo de Cinema de Cataguases, seu contato com as pessoas que o viveram e, a partir daí, expusesse suas experiências com o cinema, que também se deram em Salvador e no Rio de Janeiro. Essa memória guardada com ele, uma memória pessoal e de vivências, é elemento primordial na tentativa de entendimento de um processo histórico, que teve início com Humberto Mauro e culminou na criação de um Polo Audiovisual, na Zona da Mata Mineira.


Palavras-chave


Humberto Mauro; processos de formação; história do cinema; trajetória de vida.

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v8n2.571

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