Sobre o “cinema violento” e seus manifestos esquecidos

Leonardo Gomes Esteves

Resumo


Este artigo investiga a origem e o significado do “cinema violento”, proposto nas páginas da revista Opus international em junho de 1968. Sob o impacto do Maio de 68, o periódico faz uma espécie de dossiê sobre a violência, pensando em sua abrangência sobre diversas modalidades artísticas. No cinema, destacam-se os “Quatre manifestes pour un cinéma violent” e o engajamento do principal teórico por trás da publicação, Alain Jouffroy. Como conclusão, são apontados dois possíveis desdobramentos do “cinema violento”.


Palavras-chave


cinema político; cinema de vanguarda; Maio de 68

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DOI: https://doi.org/10.22475/rebeca.v10n1.729

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