Peasant aesthetics
The MST’s struggle for a sensitive and sensorial experience in Chão (2019), by Camila Freitas
DOI:
https://doi.org/10.22475/rebeca.v14n2.1363Keywords:
Documentário, MST, Cinema e sensorialidade, Estética e política, ChãoAbstract
This article aims to analyze the sensory strategies adopted by director Camila Freitas to stage the struggle for Agrarian Reform in the documentary Chão (2019). First, we present an overview of audiovisual productions that depict the fight for Agrarian Reform, carried out mainly by the Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). We then examine how Chão (2019), directed by Camila Freitas, fits into this context with a distinct aesthetic approach. In this sense, the study explores characteristics of observational documentary (NICHOLS, 2009), in dialogue with the aesthetics of flow (VIEIRA JR., 2012, 2020; CUNHA, 2014); notions of tactility and empathy in the cinematic experience (BARKER, 2009); and the concept of sensitive image (COCCIA, 2010) as the theoretical framework for our analysis.
Downloads
References
A CLASSE roceira. Direção: Berenice Mendes. Brasil, 1985. 27 min., sonoro, colorido.
ARQUITETO da violência. Realização: MST e CPT. Brasil, 2000. 18 min., sonoro, colorido.
ARUANDA. Direção: Linduarte Noronha. Brasil, 1959. 21 min., sonoro, preto e branco.
BARKER, Jennifer M. The tactile eye: touch and the cinematic experience. Berkeley: University of California Press, 2009.
CAMPESINA. Lutar Sempre! Estudos sobre audiovisual e a construção da realidade. 1º ed. São Paulo, 2009.
CABRA marcado para morrer. Direção: Eduardo Coutinho. Brasil, 1984. 119 min., sonoro, colorido.
CHÃO. Direção: Camila Freitas. Produção: L. Feliciano; C. Machado; F. Craesmeyer; C. Freitas. Brasil (Goiás), 2020. 112 min., digital, sonoro, colorido.
COCCIA, Emanuele. A vida sensível. Florianópolis: Cultura e Barbárie, 2010.
CUNHA, Emiliano Fischer. Cinema de fluxo no Brasil: filmes que pensam o sensível. 2014. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2014.
ENCRUZILHADA Natalino. Direção: Ayrton Centeno e Guaracy Cunha. Brasil, 1981. 22 min., sonoro, colorido.
PEREIRA, Carlos Eduardo de Souza; CHIAVON, Luara Dal; SILVA, Maria Aparecida da. O audiovisual no MST: histórias, processos e estéticas. DEVIRES – Cinema e Humanidades, v. 15, n. 2, p. 123-145, 2018. Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich).
ENFF: Uma escola em construção. Realização: BAVC. Brasil, 2009. 15 min., sonoro, colorido.
ESCOLA é mais que escola. Realização: MST e Witness. Brasil, 2003.
FAZENDA Sarandi. Direção: Ayrton Centeno e Guaracy Cunha. Brasil, 1979. 22 min., sonoro, colorido.
FERNANDES, Bernardo Mançano. A formação do MST no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2000.
GOMBRICH, Ernst H. A história da arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,1993.
GUILLAMÓN-CARRASCO, Silvia. Haptic visuality and film narration. Mapping new women’s cinema in Spain. Communication & Society, v. 33, n. 3, pp. 137-147. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/82cd/ac4dbd7e34a01b27e554fa13bde8d56ff40d.pdf. Acesso em: 07 dez. 2025.
INFORMAÇÃO no Acampamento: Agricultores sem Terra x Imprensa. Direção: Anselmo Faria e outros. Brasil, 1986. 26 min., sonoro, colorido.
LGBT Sem Terra: o amor faz a revolução. Realização: BAEC. Brasil, 2020. 12 min., sonoro, colorido.
LOS SIN TIERRA: por los caminos de América. Direção: Miguel Barros. Brasil, 2003. 73 min., sonoro, colorido.
LUTAR, construir Reforma Agrária popular!. Realização: BAEC. Brasil, 2014. 29 min., sonoro, colorido.
LUTAR sempre! 5º Congresso Nacional do MST. Realização: BAVC. Brasil, 2007. 30 min., sonoro, colorido.
MARCONDES FILHO, Ciro. A comunicação do sensível: acolher, vivenciar, fazer sentir. São Paulo: ECA/USP, 2019.
MARKS, Laura. The skin of the film: intercultural cinema, embodiment, and the senses. Durham/London: Duke University Press, 2000.
MENDES, Berenice. Berenice Mendes: vitória em Fortaleza. Nicolau, ano 1, n. 3, Curitiba, setembro de 1987.
MENDONÇA, Carlos Magno Camargo; MORICEAU, Jean-Luc; PAES, Isabela. Guerrilhas do sensível: estetização e contra-estetização do mundo. In: Compós, 24, 2015, Brasília. Anais eletrônicos [...]. Disponível em: https://proceedings.science/compos/compos-2015/trabalhos/guerrilhas-do-sensivel-estetizacao-e-contra-estetizacao-do-mundo?lang=pt-br. Acesso em: 07 dez. 2025.
MIGLIORIN, Cezar. Figuras do engajamento: o cinema recente brasileiro. Devires: Cinema e Humanidades, v. 8, n. 2, 2011. Disponível em: https://bib44.fafich.ufmg.br/devires/index.php/Devires/article/view/252. Acesso em: 13 dez. 2023.
MST. MST denuncia tentativa ilegal de despejo em Goiás, 11 de novembro de 2020. Disponível: https://mst.org.br/2020/11/11/mst-denuncia-tentativa-ilegal-de-despejo-em-goias/. Acesso em: 10 jul. 2023.
NEM UM MINUTO de silêncio. Realização: BAVC. Brasil, 2007. 23 min., sonoro, colorido.
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. São Paulo: Papirus, 2005.
OCUPAR, resistir e produzir – as feiras do MST. Realização: BAEC. Brasil, 2018. 13 min., sonoro, colorido.
RABELLO, Diógenes. Feira demonstra potência dos assentamentos do MST na produção de alimentos saudáveis. MST, 14 de maio de 2023. Disponível em: https://mst.org.br/2023/05/14/feira-demonstra-potencia-dos-assentamentos-do-mst-na-producao-de-alimentos-saudaveis. Acesso em: 25 jul. 2024.
RAIZ forte. Direção: Aline Sasahara e Maria Luisa Mendonça. Brasil, 2000. 40 min., sonoro, colorido.
RANCIÈRE, Jacques. A partilha do sensível. Estética e política. São Paulo: Ed. 34, 2009.
ROUX, Nathalie; GILBERT, Françoise. Jean-François Millet – Voyages en Auvergne et Bourbonnais – 1866-1868. Clermont-Ferrant: Skira/Seuil, 2002.
SEM TERRINHA em Movimento. Realização: BAVC. Brasil, 2009. 17 min., sonoro, colorido.
SIMONETTI, Mirian C. L. (ed.). Territórios, movimentos sociais e políticas de reforma agrária no Brasil. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015.
SOBRINHO, Gilberto Alexandre. Documentário no Brasil: arte, política e sociedade. 2021. Tese (Livre docência). Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2021.
SODRÉ, Muniz. As estratégias sensíveis: afeto, mídia e política. Petrópolis: Vozes, 2006.
SÓ ISSO NÃO, Dona. Realização: BAEC. Brasil, 2017. 8 min., sonoro, colorido.
SOTOMAIOR, Gabriel de Barcelos. Cinema militante, videoativismo e vídeo popular: a luta no campo do visível e as imagens dialéticas da história. 2014. Tese (Doutorado). Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2014. Disponível em: http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/285259.
TERRA para Rose. Direção: Tetê Moraes. Brasil, 1987. 82 min., sonoro, colorido.
TOLENTINO, Célia. O rural no cinema brasileiro. São Paulo: Editora Unesp, 2001.
TOLENTINO, Célia. Ruralidades e ruralismos no cinema brasileiro dos anos 2000. In: SIMONETTI, Mirian C. L. (org.). Territórios, movimentos sociais e políticas de reforma agrária no Brasil. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015. pp. 195-222. Disponível em: https://doi.org/10.36311/2015.978-85-7983-714-2. Acesso em: 07 dez. 2025.
VERSO de conquista: juventude e auto-organização. Realização: BAEC. Brasil, 2019.
VIEIRA JR., Erly. Paisagens sonoras e realismo sensório no cinema mundial contemporâneo. Contemporânea – Revista de Comunicação e Cultura, v.11, n.3, set-dez 2013, pp. 489-503. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/contemporaneaposcom/article/view/8860/6724. Acesso em: 25 jul. 2024.
VIEIRA JR., Erly. Realismo sensório no cinema contemporâneo. Vitória: EDUFES, 2020.
VIEIRA JÚNIOR, Erly. Marcas de um realismo sensório no cinema contemporâneo. 2012. Tese (Doutorado). Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2012.
UM DIA na vida do acampamento. Direção: Anselmo Faria e outros. Brasil, 1986. 42 min., sonoro, colorido.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Leonardo Gonçalves da Silva

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
1. Authors retain the copyright and grant the journal the right of first publication, with the work simultaneously licensed under theCreative Commons Attribution License, which allows the sharing of work with acknowledgment of authorship and initial publication in this journal.
2. Authors are authorized to take additional contracts separately, for non-exclusive distribution of the version of the work published in this journal (e.g. publish in institutional repository or as a book chapter), with acknowledgment of authorship and initial publication in this journal.
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
CC BY-NC-SA
This license allows others to remix, adapt, and create from your work for non-commercial purposes, provided they credit you and license new creations under identical terms.
You are free to:
● Share — copy and redistribute the material in any medium or format.
● Adapt — remix, transform, and build upon the material.
The licensor cannot revoke these freedoms as long as you follow the license terms:
● You must give appropriate credit, provide a link to the license, andindicate if changes were made. You may do so in any reasonable manner, but not in any way that suggests the licensor endorses you or your use.
● You may not use the material for commercial purposes.








