Estética de la tierra
la lucha del MST por la experiencia sensible y sensorial en Chão (2019), de Camila Freitas
DOI:
https://doi.org/10.22475/rebeca.v14n2.1363Palabras clave:
Documentário, MST, Cinema e sensorialidade, Estética e política, ChãoResumen
El objetivo principal de este artículo es analizar las estrategias sensibles adoptadas (Sodré, 2006) por la directora Camila Freitas para escenificar la lucha por la reforma agraria en el documental Chão (2019). En primer lugar, pretendemos presentar una panorámica de las producciones audiovisuales que retratan la lucha por la reforma agraria, librada principalmente por el Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST). A continuación, analizamos cómo el documental Chão (2019), de Camila Freitas, se inscribe en este contexto con una propuesta estética diferenciada. Dicho esto, este trabajo plantea características del documental observacional (Nichols, 2009) en diálogo con la estética del flujo (Vieira Jr., 2012, 2020; Cunha, 2014); la noción sobre la tactilidad y la empatía de la experiencia cinematográfica (Barker, 2009) y la imagen sensible (Coccia, 2010) como aporte teórico para nuestro análisis.
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