La trayectoria de Tereza Trautman y los desafíos de la cineasta brasileña bajo la dictadura militar

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22475/rebeca.v14n2.1246

Palabras clave:

Cine de Mujeres, Dictadura Militar, Tereza Trautman, Censura, Feminismo

Resumen

Esta entrevista con Tereza Trautman, realizada en el marco del Projecto de Investigación Prácticas de Contraarchivo: Mapeo y Análisis de Imágenes no Oficiales de la Dictadura Militar en Brasil (1964-1985), aborda la trayectoria de la cineasta durante la dictadura militar brasileña (1964-1985) y los desafíos que enfrentó para producir cine en ese período. Más allá de la censura impuesta a su largometraje Os homens que eu tive (1973), la conversación recupera el cortometraje O caso Ruschi (1977), una obra poco conocida que evidencia la lucha ambiental en medio de la represión política. Además, Trautman discute el papel de las cineastas mujeres en la época, sus estrategias de resistencia y la organización colectiva para la creación de espacios de visibilidad, como la Semana A Mulher no Cinema Brasileiro (1975). El relato contribuye al debate sobre la participación femenina en el cine y sus intersecciones con las luchas en los campos de la cultura y la política de las mujeres en Brasil.

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Biografía del autor/a

Patrícia Furtado Mendes Machado, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Doctora en Comunicación y Cultura por la Universidad Federal de Río de Janeiro (UFRJ). Profesora de grado y posgrado del Departamento de Comunicación de la Pontificia Universidad Católica de Río de Janeiro (PUC-Rio).

Maria Rita Nepomuceno, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Doctoranda en Comunicación en la Pontificia Universidad Católica de Río de Janeiro (PUC-Rio) y cineasta.

Citas

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MARCADOS para viver. Direção: Maria do Rosário. Produtora: Rosário Produções Cinematográficas Ltda.; Kiko Filmes Ltda. Brasil, 1976. 88 min, sonoro, colorido.

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OS SALTIMBANCOS trapalhões. Direção: J.B. Tanko. Produção: Embrafilme; Renato Aragão Produções Cinematográficas. Brasil, 1981. 95 min, sonoro, colorido.

O SEGREDO da rosa. Direção: Vanja Orico. Roteiro: Adélia Sampaio e Daisy dos Santos Valle. Produtora: Produções Artísticas T. A. Ltda; A. Sampaio Produções Artísticas; Filmes São José. Brasil, 1974. 80 min, sonoro, colorido.

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REED, México insurgente. Direção: Paul Leduc. Produção: Ollín y Asociados. México, 1973. 124 min, sonoro, preto e branco.

SACCO e Vanzetti. Direção: Giuliano Montaldo. Itália, 1971. 120 min, sonoro, colorido.

SAMBA da criação do mundo. Direção: Vera Figueiredo. Produção: Circofilm Produções de Arte Ltda. Brasil, 1978. 93 min, sonoro, colorido.

TICO-TICO no fubá. Direção: Adolfo Celi. Produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz S.A. Roteiro: Oswaldo Sampaio e Adolfo Celi. Brasil, 1952. 93 min, sonoro, preto e branco.

TODA nudez será castigada. Direção: Arnaldo Jabor. Produtora: Ventania Produções Cinematográficas Ltda.; Produções Cinematográficas R. F. Farias. Brasil, 1972. 103 min, sonoro, colorido.

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VIDAS secas. Direção: Nelson Pereira dos Santos. Produção: Produções Cinematográficas Herbert Richers S.A. Brasil, 1963. 103 min, sonoro, preto e branco.

Publicado

2026-01-05

Número

Sección

Entrevistas